Os teus olhos dizem de sonhos
que eu sempre sonhei encontrar.
Da tua boca exalam canções,
as mais belas dos continentes.
O teu coração explode um corpo
que carregas apenas por carregar.
Já a tua alma leva cores vibrantes
que colorem todas as gentes
e fazem todo o mundo
girar.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Invisível aos olhos
O teu amor é como uma nuvem
branca a rondar meus passos,
guiando os caminhos estranhos
onde meus pés se põem a andar.
Este amor, que poucos enxergam,
assume formas várias, passageiras.
Como uma chuva de verão,
chega calada e logo se vai.
O teu amor é invisível aos olhos
que não conseguem ver o essencial.
Deste amor não posso ver,
nem ouvir,
mas posso claramente sentir.
branca a rondar meus passos,
guiando os caminhos estranhos
onde meus pés se põem a andar.
Este amor, que poucos enxergam,
assume formas várias, passageiras.
Como uma chuva de verão,
chega calada e logo se vai.
O teu amor é invisível aos olhos
que não conseguem ver o essencial.
Deste amor não posso ver,
nem ouvir,
mas posso claramente sentir.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Amarras do passado
Nunca soube o momento certo
de me despedir do passado.
Presa às amarras do que se foi
piso o presente com passos de ontem.
Navego rios de dias atrás
mergulho nos mares invisíveis
das cenas que meu mundo
não é mais capaz de abarcar.
Eu bato na porta do ontem
mas não sou convidada a entrar.
Pelas janelas e muros não passo,
está trancado o que não voltará.
de me despedir do passado.
Presa às amarras do que se foi
piso o presente com passos de ontem.
Navego rios de dias atrás
mergulho nos mares invisíveis
das cenas que meu mundo
não é mais capaz de abarcar.
Eu bato na porta do ontem
mas não sou convidada a entrar.
Pelas janelas e muros não passo,
está trancado o que não voltará.
sábado, 19 de junho de 2010
Versos Nus
Eu sou uma sombra escura
que se esconde por entre árvores.
Nada movo, ninguém me percebe.
Eu faço versos soltos, tão fracos
que se esvaem rápido com o vento.
Não há voz que leia o que escrevo.
Eu tenho sonhos mágicos num instante
e os perco noutro, sem nunca mais os ver.
Eu sou poeira que esconde de medo,
medo de viver.]
que se esconde por entre árvores.
Nada movo, ninguém me percebe.
Eu faço versos soltos, tão fracos
que se esvaem rápido com o vento.
Não há voz que leia o que escrevo.
Eu tenho sonhos mágicos num instante
e os perco noutro, sem nunca mais os ver.
Eu sou poeira que esconde de medo,
medo de viver.]
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Incondicional
Que se chamasse João,
Pedro, Felipe, Mateus.
Que se dissesse pobreza
Ou dono do mundo inteiro.
Que se fizesse escravo
Ou o maior dos soldados.
Que se deitasse na Terra
Ou tivesse alguém ao seu lado.
Que me entregasse a vida
Ou trouxesse o canto da morte.
Que viajasse anos-luz
Ou me levasse com ele.
Que maravilhoso ainda seria
O amor daquele que amo.
Que especial ainda seria
Se o encontrasse só por engano.
Pedro, Felipe, Mateus.
Que se dissesse pobreza
Ou dono do mundo inteiro.
Que se fizesse escravo
Ou o maior dos soldados.
Que se deitasse na Terra
Ou tivesse alguém ao seu lado.
Que me entregasse a vida
Ou trouxesse o canto da morte.
Que viajasse anos-luz
Ou me levasse com ele.
Que maravilhoso ainda seria
O amor daquele que amo.
Que especial ainda seria
Se o encontrasse só por engano.
sábado, 28 de novembro de 2009
Gostar
Eu gosto do teu olhar
Simples, sincero, mudo
Dizendo de tudo
Rindo do mundo.
Eu gosto da tua fala
Macia e sem compromisso
A negar quando insisto
A dançar comigo.
Eu gosto do teu cheiro
Caminhando no meu corpo,
Embebedando-me um pouco
E me trazendo sonhos tortos.
Eu quero o teu corpo
Envolvendo o meu em abraço,
Os teus braços como um laço
Contornando tudo o que faço.
Eu quero o teu coração
Escondendo um branco amor,
De fruta fresca tem o sabor
De quem me segue pra onde eu for.
Simples, sincero, mudo
Dizendo de tudo
Rindo do mundo.
Eu gosto da tua fala
Macia e sem compromisso
A negar quando insisto
A dançar comigo.
Eu gosto do teu cheiro
Caminhando no meu corpo,
Embebedando-me um pouco
E me trazendo sonhos tortos.
Eu quero o teu corpo
Envolvendo o meu em abraço,
Os teus braços como um laço
Contornando tudo o que faço.
Eu quero o teu coração
Escondendo um branco amor,
De fruta fresca tem o sabor
De quem me segue pra onde eu for.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Paixão e compaixão
Não sei se quero o mágico
Ou se socorro o enfermo,
Se me deixo levar pelo sonho
Ou se continuo com o mesmo.
Não sei se troco o certo,
Mas vazio de emoção,
Pelo incerto e duvidoso,
Que ganhou meu coração.
Coração que se dividiu
Entre amor e compaixão.
Apaixonei-me pelas surpresas,
Compadeci-me do não são.
Ou se socorro o enfermo,
Se me deixo levar pelo sonho
Ou se continuo com o mesmo.
Não sei se troco o certo,
Mas vazio de emoção,
Pelo incerto e duvidoso,
Que ganhou meu coração.
Coração que se dividiu
Entre amor e compaixão.
Apaixonei-me pelas surpresas,
Compadeci-me do não são.
Assinar:
Postagens (Atom)
